Primeira coisa que me pergunto é como uma equipe pode entrar em campo, contra um forte adversário, sem nenhuma concetração. A Inglaterra começou sem nenhum foco e em dois erros infantis, varzeanos, deu dois gols de presente para a Holanda. E pouco fez do meio pra frente, sem Gerrard e com Beckham hollywoodiano como titular.
O que me irrita é a formação tática. Creio que quando a FA (CBF deles) faz contrato com treinador tem uma cláusula.
"O treinador é obrigado a escalar duas linhas de quatro e mandar que os atletas nunca jamais deixem suas posições, para que o time seja o mais chato e previsível possível"
Com meias como Gerrard e Lampard, é um desperdício mantê-los longe da área de protagonismo. Já que está difícil achar um companheiro para Rooney, que deixem o baixinho brigador sozinho como atacante e permitam que Steven e Frank se aproximem e decidam, como fazem em Liverpool e Chelsea. Atrás, mas ainda no meio, é possível ter três jogadores que dêem estabilidade e ainda municiem o ataque. Barry poderia fazê-lo pela esquerda, dando mais liberadade para Wright-Phillips ou Ashley Young pelo outro lado. E ainda com um guardião que poderia ser Carrick, ou Huddlestone, que me agrada muito. Seria algo diferente e ajudaria os ingleses a utilizar a potencialidade dos seus melhores jogadores. Abaixo a minha humilde sugestão.

Em tempo, o time mudou para a segunda etapa do amistoso, marcou duas vezes com Defoe e empatou em 2x2 com a Holanda, na Amsterdam Arena.
Mas enquanto Capello estiver engessado em sua casamata, por obrigação ou escolha, não creio que os ingleses concorram em outra categoria no Mundial, que não de melhor coadjuvante.
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