domingo, 30 de agosto de 2009

Populismo barato

A UEFA realizou em Monaco, na quinta-feira, o sorteio dos grupos da edição 2009/2010 da Liga dos Campeões da Europa. As competições europeías agora tem um tom um pouco diferente. A prioridade é dar chance a um números maior de países filiados.

Essa foi uma das promessas de Michel Platini ao assumir a presidência da Confederação Européia. Na opinião dele, os campeões de países menores mereciam estar na fase quente da Liga dos Campeões tanto quanto os terceiros e quartos colocados das maiores ligas. Em resumo, uma espécie de retorno às origens, da época em que Platini jogava. Também neste espírito, ele criou a Liga Europa, nada mais do que a Copa da UEFA com nome e marca diferentes e o mesmo regulamento da Champions League.

Curioso sobre o sorteio foi o critério para divisão dos potes, para o direcionamento do sorteio. Desempenho nas competições européias nos últimos anos, desconsiderando o desempenho em seus países. Ora, a ideia não era valorizar os campeões?

A eleição na UEFA se dá da mesma maneira que aqui na Conmebol, cada federação tem um voto. Então não faz diferença agradar aos países que conseguem ter 3 ou 4 representantes. O fundamental é angariar o apoio dos outros. Tudo pela manutenção no poder. Debrecen, APOEL, Unirea poderiam ser chamados de Sarney, Calheiros e Collor.

Ser campeão alemão vale o pote 4, francês o pote 3 e campeão italiano o pote 2. Resultado? Coisas inexplicáveis como Sevilla cabeça-de-chave e super grupos como A, C e F. (ver gráfico abaixo) Teremos grandes jogos na primeira fase, mas provavelmente nas oitavas-de-final teremos que agüentar times que não mereceriam ali estar.


Populismo barato só serve pra manter no cargo maior quem não tem competência para permanecer por seus feitos e méritos. Chame-se Lula, chame-se Platini.

domingo, 23 de agosto de 2009

Calcio sì; fantasista no


Começou neste final-de-semana a temporada 2009/2010 da Serie A italiana. A competição no país da bota teve seu auge no final dos anos oitenta e início dos anos noventa e reinou absoluta até os primeiros anos do novo século. Era a disputa mais charmosa da Europa. O Napoli de Maradona e Careca. A Sampdoria de Cerezo, Mancini e Vialli. A Inter dos alemães. O Milan dos holandeses. A Juventus de Zidane.

Lembrar dos grandes times do passado é também dar-se conta que o Calcio já não é mais o mesmo. A cada ano, os jogos são menos técnicos e mais táticos, os principais jogadores deixam seus clubes e os resultados na Europa são piores. A saída de Kaká e Ibrahimovic é o perigeu.

Várias causas devem ser consideradas. O escândalo e frequentes denúncias de corrupção, que mancham a idoneidade da liga. Os altíssimos impostos que são cobrados de clubes, que crescem suas dívidas, e jogadores, que perdem o interesse. E por fim, o crescimento de outras ligas; espanhola, inglesa e mais recentemente a alemã.

Reflexos? O holandês Rafael van der Vaart, de medíocre temporada no Real Madrid, avisa que só aceitaria mudar-se para Premier League ou para Bundesliga. E Samuel Eto'o, dia sim, dia não, fala do Barcelona, pensa no Barcelona e sente saudade de Barcelona. Ele é a principal estrela do Calcio 2009/2010.

sábado, 22 de agosto de 2009

Resultado enquete #2

A enquete da semana demonstra o equilíbrio que será a Premier League.

Qual clube você apostaria para campeão da Premier League inglesa?

33% - Manchester United
26% - Chelsea
26% - Liverpool
6% - Arsenal
6% - Manchester City

Aqui o Manchester United é favorito para conquistar um inédito tetracampeonato, mas de perto lhe seguem Chelsea e Liverpool. Arsenal e Manchester City correriam por fora. Acredito que esses 5 são realmente os postulantes. Até agora, por pontos perdidos, já que não há igualdade em número de jogos, Manchester United e Liverpool estão um passo atrás dos outros três. E pra mim o Arsenal será mais forte do que parecia inicialmente.

Nova enquete no ar!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Que beleza

Eu ainda sou daqueles que pensa que não há melhor lugar para assistir um jogo de futebol do que no estádio. Talvez com a mesma opinião, cada vez mais os responsáveis pelas transmissões de televisão estão tentando virar esse jogo. Aqui no Brasil ainda não.

Recentemente, eu assistia um jogo no PFC e eles entrevistaram o Kléber, do Cruzeiro. Caracteres apresentaram então a seguinte estatística: DESARMES 2/14. Em primeiro lugar, pouco importa quantas vezes o atacante roubou a bola, a não ser que ele tenha sido o responsável por 10 das 14 do time. Aqui ainda dá pra evoluir muito.

Outro nível de transmissão nos podemos acompanhar nas partidas da Liga dos Campeões da Europa dos canais ESPN. Como a geração de caracteres é mantida da versão européia, temos o melhor a disposição. O amigo Ciro André me chamou atenção que ainda durante o primeiro tempo, era informado que Fabregas era o atleta que mais havia corrido no gramado. Uma informação assim decorre de algum projeto tecnológico, como um GPS na chuteira ou um computador gravando e analisando as imagens em tempo real.

Na internet, também essas informações ficam à disposição no site da UEFA, assim como a imagem térmica (na foto, Fabregas contra o Celtic) da participação de cada jogador. Uma maravilha pra quem gosta da parte tática do esporte. Indico que acessem o MATCH CENTRE do site ofical e confiram.
Percebe-se nitidamente a formação de cada equipe e até a característica de alguns atletas, como qual lateral apóia mais e qual volante é o cão-de-guarda.

Em pouco tempo, em algum país onde o trabalhador tenha poder de consumo e os serviços de tecnologia sejam de qualidade, talvez se possa juntar as duas coisas. Aí você olha a tela do celular e comenta com o torcedor do lado: "tem que tirar Gilberto Silva, ele só correu 7km no primeiro tempo!".

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

¡Que Bueno!

O Marcelo já abordou o tema da mudança do holofote nas ligas europeias. Atenção se volta à Espanha, a la Liga de las Estrellas. Tudo devido às contratações milionárias do Real Madrid e ao Barça do triplete, não satisfeito, ter adicionado Ibrahimovic ao seu elenco (como anunciado pelo Mundo Deportivo, na foto ao lado).

O que estava me deixando agoniado era a possibilidade de não assistir essa Liga. Pelo simples motivo que nos últimos dois anos, o contrato de transmissão para a América do Sul privilegiava o pay-per-view, disponível apenas para assinantes da DirecTV. Na TV fechada, tínhamos aceitar pouquíssimos jogos de Barça e Madrid e muitíssimos jogos chatos dos médios contra os pequenos. Hoje, os canais ESPN anunciaram que esse ano voltaremos ao normal, com todos os jogos das Estrellas disponíveis.

Uma grande notícia para quem gosta de futebol.

Deixo aqui um gostinho do que vem por aí. Uma Seleção de respeito dos 10 melhores gols do último Campeonato Espanhol.



10º Raúl (Real Madrid)
9º Messi (Barcelona)
8º Monzón (Betis)
7º Henry (Barcelona)
6º Robben (Real Madrid)
5º Arango (Mallorca)
4º Pedro López (Valladolid)
3º Agüero (Atletico de Madrid)
2º Barkero (Numancia)
1º Casquero (Getafe)

O gol mais bonito na minha opinião não está na lista, foi este, do Cléber Santana, pelo Mallorca, contra o Real Madrid.



Serie A italiana começa no próximo final-de-semana e o espanhol na última semana de agosto.

domingo, 16 de agosto de 2009

DE OLHO NELE #1: Sebastien Bassong

A seção de olho nele vai trazer sempre um jogador que esteja surgindo com sucesso no cenário do futebol internacional. Não necessariamente será uma jovem promessa, mas pode ser uma recente explosão. Para quem se perguntou quem foi aquele zagueiro que fez o gol da vitória do Tottenham sobre o Liverpool, hoje apresentamos Sebastien Bassong.

Nascido em Paris, 23 anos atrás, Bassong começou sua carreira na mesma academia na qual cresceram Henry e Anelka: Clairefontaine. Seu primeiro contrato profissional foi no Metz, clube pequeno da França que se reveza entre as primeiras divisões do país.

Ano passado ele foi aprovado em um período de testes no Newcastle e transferiu-se para a Premier League. Apesar do rebaixamento da equipe, sua reputação cresceu na ilha e os seus 26 jogos como titular foram suficientes para atrair a atenção do Tottenham que, com pouco mais de 9 milhões de euros, o levou para White Hart Lane.

Com 1,88m de altura, Bassong tem duas características fundamentais para um zagueiro: força e velocidade de reação. Fez sua estreia marcando de cabeça o gol da vitória contra o Liverpool. E ainda teve uma atuação defensiva convincetne ao lado de Ledley King, dando esperanças aos problemas médico-defensivos dos Spurs.

Como atuou apenas em partidas amistosas pela Seleção sub-21 da França, Bassong pode optar por abraçar a origem familiar e aceitar a convocação para defender a Seleção de Camarões. Se os Leões Indomáveis estiverem na África do Sul em 2010, provavelmente Sebastien Bassong também esteja.

*foto reproduzida de Sky Sports

sábado, 15 de agosto de 2009

Wenger saves the Queen

Começo a escrever ao mesmo tempo que começa o segundo tempo de Everton x Arsenal. Denílson, Vermaelen e Gallas marcaram. Já está 3x0 para o clube londrino, que fora chamado um dia Royal Arsenal e é o time do coração da Rainha Elizabeth II.

Arsene Wenger (que acaba de ver Cesc marcar o 4º gol) não para de me surpeender. O francês é um homem de princípios; não aceitou rejeitá-los pelo Real Madrid. Há anos mantém uma política de investimento a médio e longo prazo. Chegou em 96 em Highbury Park e 13 anos depois, agora no Emirates Stadium, conquistou 3 vezes a Premier League e é o treinador que mais formou jogadores de ponta no futebol contemporâneo.

Senão vejamos. Nicolas Anelka, Patrick Vieira, Ashley Cole, Fredrik Ljungberg, Nwankwo Kanu, Thierry Henry, Matthew Upson, Kolo Touré, Gael Clichy, Manuel Almunia, Emmanuel Eboue, Cesc Fabregas, Mathieu Flamini, Robin van Persie, Emmanuel Adebayor, Nicklas Bendtner, David Bentley, Carlos Vela, Theo Walcott, Bacary Sagna, Eduardo da Silva, Alexandre Song, Johann Djourou, Philippe Senderos. Esses jogadores chegaram no Arsenal sob desconfiança e triunfaram sob Wenger. Ou então chegaram desconhecidos ou saíram da base e cresceram. Todos eles são ou já foram titulares de suas seleções nacionais. Deixei de citar as contratações mais famosas. Mas já anotem alguns outros nomes aí: Denílson, Lukasz Fabianski, Aaron Ramsey, Jack Wilshere.

Todos os nomes citados tornaram-se jogadores "internacionais", em parte, graças a Wenger.

Fabregas já fez o quinto gol, estreia com uma brilhante goleada. Arsene Wenger pode não ser o técnico mais brilhante taticamente; não é o mais longevo e nem o mais vencedor. Mas é um gênio. Sorte dele ter o respaldo do Arsenal para manter essa política de formação de equipes que não para de surpreender ano a ano. Sorte do Arsenal ter acertado em trazê-lo do Japão após ter sido campeão na França com o Monaco. Sorte da Rainha de ter Arsene Wenger.

Eduardo marcou o último e Saha fez o de honra. Acabou o jogo. O Arsenal venceu o Everton, em Goodison Park, por 6 a 1.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Resultado enquete #1

Primeira enquete do Mundo Gol se encerra com resultado que considero o mais sensato.
Você acha que o Wolfsburg pode repetir o sucesso na Bundesliga?


Equipe de Josué e Grafite venceu o Stuttgart na abertura e nesse sábado enfrenta o Colônia na casa do adversário.

52% = Vai disputar o título, mas não leva.
21% = Dessa vez vai tentar ficar na turma da Champions League.
17% = Cai na real e fica no limbo.
8% = Será bi-campeão.
0% = A casa vai cair e o time vai tentar não ir junto pra segundona.

Ainda hoje, entra no ar uma nova enquete.

Franco-brasileirão

Vendo, lendo e ouvindo, alguém que gosta de futebol, no Brasil, chegaria a seguinte conclusão: o futebol brasileiro é o melhor do Mundo. Os melhores jogadores são os nossos porém, em um passe de mágica, os que ficam aqui são tão bons quanto os que vão pra lá. Ouvi muito que os principais clubes brasileiros disputariam título nas Ligas europeias e que os times médios europeus brigariam para não cair aqui.

Um dos defensores dessa tese é Cléber Machado, apresentador, narrador e fã da Globo. No seu programa ess debate já aconteceu várias vezes e, com frequencia, termina com Machado ridicularizando quem opina o contrário. Edmílson esteve lá e disse que o campeão brasileiro não disputaria título na Espanha. Hoje está Ricardo Gomes e aqui é onde queria chegar. "O nosso campeão disputaria o título, mas não sei se ganharia. Lyon, Marseille e Bordeaux disputariam o título aqui", afirmou o atual técnico do São Paulo, ex do Bordeaux e do Monaco.

Não tem preço a cara do Cléber Machado ao ouvir a afirmação. Está mais do que na hora dos brasileiros perceberem que, por mais apaixonante que seja, o nosso campeonato é fraco. Antigamente, nossos craques saíam daqui para comandar os principais times europeus, hoje vão para times médios, grandes que não os utilizam ou ainda mercados secundários. Keirrison foi pro Barcelona mas vai jogar no Benfica, para onde transferiu-se Ramires. Nilmar para o Villarreal. André Santos para o Fenerbahce. Ibson e Wagner para a Rússia.

Na Espanha não teríamos chance. Nosso padrão é a França. Para entender o baixo que está nosso nível técnico, tente assistir um jogo inteiro do Campeonato Francês lá no canal do Cléber Machado.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Ronaldinho Jackson

O diário esportivo espanhol SPORT publica em sua edição de hoje que Ronaldinho não mais vestirá a camisa da Seleção Brasileira. A decisão seria de Ricardo Teixeira, por motivos comportamentais como falta de comprometimento e profissionalismo. Dunga corrobora do ponto de vista técnico. Se os jornlistas de Barcelona estiverem corretos, a Copa do Mundo de 2010 não contará com aquele que era o melhor do mundo na última edição.

Que a carreira de Ronaldinho vem descendo o barranco há algum tempo já sabíamos. Mas sempre tive aquela esperança de vê-lo recuperado, jogando futebol que poucos na história jogavam: bonito e eficiente. Não era apenas eficiente como Dunga, nem um placebo malabarista como Robinho. Ronaldinho foi, entre 2003 e 2006, um gênio.

Vê-lo atuar na pré-temporada do Milan foi meio triste. Parece aquele tio-avô que participa da pelada da praia, mesmo sem forma nem vontade, pra completar o time. As frequentes saídas noturnas são o problema, ou também uma consequência? Se eu tivesse que apostar, diria que o problema é solidão. Ele sempre foi feliz jogando futebol e talvez tenha percebido que não é o suficiente. Ronaldinho me lembra um pouco Michael Jackson. Não pelas bizarrices. Mas por ser uma pessoa que gostaria de ser pra sempre criança, ter uma alma infantil. Enquanto o futebol parecia "a hora do recreio", ele foi o melhor do mundo.

Talvez o pior seja dar-se conta de que Teixeira e Dunga estão certos. Ronaldinho, hoje, é dispensável.

Croácia ainda respira, Escócia em coma

A quarta-feira movimentou mais de 60 seleções nacionais ao redor do globo. A mídia internacional provavelmente dará destaque ao empate entre Holanda e Inglaterra, à vitória da Argentina de Maradona na Rússia, ao reencontro da Espanha com as vitórias em solo macedônio e ao insosso e sonolento confronto da Suíça diante da Itália. Porém, nada disso realmente importa. Eram amistosos, disputados em ritmo de início de temporada. Nessa situação, acho que qualquer conclusão é precipitada. Toda essa introdução é para destacar dois jogos que passarão batido pela maior parte da imprensa: Bielorrúsia 1-3 Croácia e Noruega 4-0 Escócia, ambos válidos pela chave européia das Eliminatórias para a Copa de 2010.

Até esta quarta-feira, a disputa pela vaga do grupo 6 para os playoffs estava em aberto. Ucrânia, Croácia e Bielorrúsia estavam embolados na disputa pelo segundo lugar. Por esta razão, a vitória dos croatas os deixou numa situação privilegiada. Com três jogos restantes, diante dos mesmos bielorrussos em Zagreb e visitas à Inglaterra e Azerbaijão, duas vitórias devem manter vivo o sonho da Copa. Só os ucranianos parecem ter condições de atrapalhar. Eles estão três pontos atrás, mas ainda entrarão em campo quatro vezes: duas contra a modestíssima Andorra, uma diante dos ingleses em Kiev e outra frente à Bielorrússia, fora de casa. A disputa segue aberta, mas com favoritismo da Croácia.

No outro jogo, a Escócia caiu de forma trágica e, como conseqüência, deixou em dúvida se tem qualidade para garantir a segunda posição do grupo 9. Pior, deu alento para as esperanças norueguesas. Nas duas rodadas restantes, os escoceses recebem a Macedônia, atual vice-líder, e a Holanda, já garantida na África do Sul. As chances de vitória no primeiro jogo são razoáveis, mas só uma jornada épica, depois do que se viu em Oslo, pode garantir os três pontos contra os holandeses. A única certeza é que, sob o comando de George Burley, aquela Escócia capaz de vencer a França em duas oportunidades e quase deixar a Itália de fora da Euro 2008, se transformou numa memória distante.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

English Team: gesso tático

A Inglaterra está virtualmente classificada para a Copa do Mundo. Depois de alguns fiascos, como a ausência da Eurocopa, Fabio Capello foi chamado para salvar os súditos da Rainha. Hoje foi o primeiro jogo inteiro que vi do English Team do italiano.

Primeira coisa que me pergunto é como uma equipe pode entrar em campo, contra um forte adversário, sem nenhuma concetração. A Inglaterra começou sem nenhum foco e em dois erros infantis, varzeanos, deu dois gols de presente para a Holanda. E pouco fez do meio pra frente, sem Gerrard e com Beckham hollywoodiano como titular.

O que me irrita é a formação tática. Creio que quando a FA (CBF deles) faz contrato com treinador tem uma cláusula.

"O treinador é obrigado a escalar duas linhas de quatro e mandar que os atletas nunca jamais deixem suas posições, para que o time seja o mais chato e previsível possível"

Com meias como Gerrard e Lampard, é um desperdício mantê-los longe da área de protagonismo. Já que está difícil achar um companheiro para Rooney, que deixem o baixinho brigador sozinho como atacante e permitam que Steven e Frank se aproximem e decidam, como fazem em Liverpool e Chelsea. Atrás, mas ainda no meio, é possível ter três jogadores que dêem estabilidade e ainda municiem o ataque. Barry poderia fazê-lo pela esquerda, dando mais liberadade para Wright-Phillips ou Ashley Young pelo outro lado. E ainda com um guardião que poderia ser Carrick, ou Huddlestone, que me agrada muito. Seria algo diferente e ajudaria os ingleses a utilizar a potencialidade dos seus melhores jogadores. Abaixo a minha humilde sugestão.



Em tempo, o time mudou para a segunda etapa do amistoso, marcou duas vezes com Defoe e empatou em 2x2 com a Holanda, na Amsterdam Arena.

Mas enquanto Capello estiver engessado em sua casamata, por obrigação ou escolha, não creio que os ingleses concorram em outra categoria no Mundial, que não de melhor coadjuvante.

Twitter-mania seduz Sóbis


O atacante do Al-Jazira, Rafael Sobis, está lançando o seu Twitter
oficial. “Essa foi uma idéia que tive, porque a gente percebe o carinho dos fãs
nas ruas e, através dessa ferramenta, darei a oportunidade deles me
conhecerem um pouco mais, também como pessoa e não só como atleta”,
afirmou Sobis.

O jogador, atualmente realizando recuperação de uma lesão no joelho
no Estádio Beira-Rio, promete promoção quando alcançar 5 mil seguidores.
Aí vai o endereço: www.twitter.com/rafaelsobis.

Quem quiser me seguir no Twitter também pode: www.twitter.com/rodrigoweber ;)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

CHAT #1: Carlos Eduardo, meia do Hoffenheim

Passada primeira rodada da Bundesliga, estreia-se a seção CHAT com um de seus astros: Carlos Eduardo. Aos 22 anos, o meia vai para sua terceira temporada no Hoffenheim e almeja grande. Direto do vilarejo de pouco mais de 3 mil habitantes, Cadu conversou com o Mundo Gol.

Mundo Gol: Conversamos durante o recesso de inverno da última Bundesliga, quando você e o Luiz Gustavo estiveram no Brasil, e vocês estavam confiantes em manter a excelente campanha do primeiro turno e conquistar o título. Passado algum tempo, pensas que o primeiro turno foi bom demais ou o segundo turno poderia ter sido melhor?

Carlos Eduardo: A gente obviamente tinha objetivo de ganhar o campeonato, principalmente pela virada do turno, que éramos líderes. Mas a primeira experiência do clube na Bundesliga foi ótimo. Poder ganhar o primeiro turno foi bom e reforçou a imagem do Hoffenheim aqui na Alemanha.

MG: Ficou alguma frustração pelo sétimo lugar e ausência de participação nas competições continentais ou o sentimento que fica é o grande trabalho da estreia na divisão de elite?

CE: Com certeza ficou um pouco de decepção. Eu particularmente queria muito jogar uma UEFA ou a Champions League. Mas acredito que ficamos com o sentimento do trabalho bem feito na temporada que passou e o time amadureceu com tudo que aconteceu conosco.

MG: Na minha opinião pessoal, o Campeonato Alemão da temporada passada foi o melhor da Europa, com uma reta final alucinante. Como é o sentimento do jogador, vivendo uma competição desse nível, em um país que tem a melhor média de público e os melhores estádios da Europa? Concordas que foi a melhor Liga europeia?

CE: Jogar nos estádios lotados, com o alto nível do campeonato foi muito bom. O sentimento de jogar em ambientes desse tipo é fantástico. A Alemanha, sem dúvida, é primeiro lugar na Europa na questão da organização. Na parte técnica, na minha opinião, houve uma boa evolução. Os jogos estão cada dia mais difíceis.

MG: Obrigado pela tua gentileza em participar conosco do Mundo Gol. Na próxima vinda tua ao Brasil, quero autógrafo na camisa #33 do Hoffenheim que ilustra minha coleção. Última pergunta: qual teu objetivo pessoal para a temporada que começa?

CE: Meu objetivo é fazer com que o Hoffenheim possa ter melhor desempenho que na temporada passada e particularmente, quero ser o melhor jogador do Campeonato Alemão. Obrigado e grande abraço.

*Agradecimento especial a Trato Comunicação
**Crédito da foto: arquivo Trato Comunicação

Os holofotes trocam a Inglaterra pela Espanha

A temporada 2009-10 pode marcar o rompimento do domínio inglês no cenário clubístico europeu. Não fosse o Manchester City, a Premier League passaria o verão como uma mera espectadora da agitação do mercado protagonizada por clubes da Espanha e da Itália. Até o início de agosto, nenhum grande jogador trocou o continente pela Inglaterra e não há indícios que alguma contratação repetirá o impacto das chegadas de Fernando Torres, Robinho, Juan Sebástian Verón e Andriy Shevchenko, entre outros. Pelo contrário, as maiores estrelas só têm olhos para os gramados espanhóis.

Quando Samuel Eto’o e Lionel Messi estufaram as redes do Manchester United na última decisão de Champions League, eles dificilmente imaginaram que aqueles gols significariam mais do que garantir o título da competição e uma histórica Tripleta. Mas este foi o primeiro, e mais significativo, passo para a troca de poder. O Barcelona mostrava ao mundo um futebol apaixonante: ofensivo e altamente competitivo. Quem não ficaria desejaria jogar ou enfrentar a equipe de Guardiola? O segundo fator fica por conta da chegada de Florentino Pérez à presidência do Real Madrid.

Na Inglaterra, os salários são astronômicos, os estádios são melhores e a imprensa é menos intrusiva. Porém, além do frio, há uma importante desvantagem: o governo britânico cobra 50% de impostos sobre os salários dos jogadores estrangeiros. Na Espanha, a taxação é de 24%. Além disso, o estilo do futebol espanhol é mais técnico, menos desgastante, algo nada desprezível para atletas que sonham em participar da Copa de 2010.
As luzes dos holofotes estarão sobre o Campeonato Espanhol, mas os clubes ingleses ainda devem incomodar muito na Champions League. A disputa pelo hegemonia promete.

Supercoppa Italiana: bom pros dois


Só consegui assistir hoje a partida ocorrida no sábado, em Pequim, entre Internazionale e Lazio decidindo a Supercoppa 2009/2010. Os romanos saíram campeões com a vitória de 2 a 1, mas na bola rolando foram totalmente dominados. Só o futebol permite algo assim e não é injusto.

ESCALAÇÕES
Inter e Lazio entraram em campo com formações espelhadas. No entanto, José Mourinho escalou seu time de maneira mais equilibrada, na teoria. Davide Ballardini fez um losango de 4 volantes, com intuito de primeiro impedir a Inter de jogar.

Inter (4-3-1-2): Julio Cesar; Maicon, Lucio, Chivu e Zanetti; Cambiasso, Muntari e Motta; Stankovic; Eto'o e Milito.

Lazio (4-3-1-2): Muslera; Lichtsteiner, Diakite, Siviglia e Kolarov; Baronio, Brocchi e Mauri; Matuzalem; Zarate e Rocchi.

POSSE DE BOLA INFRUTÍFERA
Primeiro tempo chato. A Lazio nitidamente esperava a Inter em seu campo e era inexpressiva nos contra-golpes. Matuzalem foi escalado para ser o "volante ofensivo" e não tem a característica de articular a equipe. A Inter no estilo Mourinho de manter a posse de bola tinha muito mais volume mas pouca efetividade. E muita lentidão no meio-de-campo. No losango do meio, Thiago Motta esteve péssimo pela esquerda e Muntari torto pela direita. Stankovic apagado como vértice de frente. Milito e Eto'o desentrosados, mas provando que dois centroavantes podem funcionar. Sobre Eto'o: o camaronês já dá mostras de que, com seu espírito mais solidário, pode ser até mais importante para a equipe do que fora Ibrahimovic.

TÍTULO EM 3 MINUTOS
A melhor chance de gol havia sido de Muntari, no final do primeiro tempo, em uma conclusão pra fora. E os primeiros 15 minutos da etapa complementar foram totalmente da Inter. A pressão, no entanto, parou no bom goleiro uruguaio Muslera, o melhor em campo. Em três minutos, entre 18 e 21, a Lazio colocou uma mão e meia na taça. Primeiro com um gol fortuito de Matuzalem, em rebote de cobrança de falta, depois em golaço de Rocchi, encobrindo um adiantado Julio Cesar.

TUDO OU NADA
Mourinho aos 24 muda a formação. Saca Stankovic e Motta para as entradas de Vieira e Balotelli. O velho Vieira ainda é mais jogador que Motta e o garoto prodígio entrou muito bem, formando a ponta direita do tridente, com Milito no meio e Eto'o na esquerda. Samuel marcou seu primeiro gol aos 33, em falha de Dabo. Mourinho então vai pro all-in, em linguagem de mesas verdes: saca Muntari e coloca Suazo, no mais típico e antigo 4-2-4. A pressão aumenta, Muslera brilha e o árbitro anula corretamente gol de Milito. Final de jogo, que acaba sendo bom pros dois. A Lazio conquista o título contra um forte adversário e a Inter sai de campo com a derrota, mas com boa atuação e com a ideia de que com 62% de posse de bola e mais entrosamento na sequencia da temporada, as vitórias estarão mais próximas.

Nota do autor: gostaria de críticas sobre o formato desse post como análises de jogos. Ficou muito grande? Gostariam de algo mais em tópicos? Notas ou pelo menos rótulos como melhor em campo, pior, etc? Toda opinião é bem-vinda.

*foto reproduzida de radio.rai.it

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Tallin e Dunga


Dunga chegou em Tallin, como mostra a foto. A capital da Estônia onde, me conta o jornalista André Silva, faz calor e chove mulheres bonitas, será palco de mais um treino da Seleção Brasileira. Dunga, que continua sendo brucutu na hora das entrevistas, segue seu caminho de afirmação do time para a Copa do Mundo e deve manter a base campeã da Copa das Confederações.

Até aí, tudo bem. Mas por que diabos a Estônia? Número 112 do ranking da FIFA, sem sequer um jogador expressivo, sem nenhuma relevância. Nem bom sparring pode ser, uma vez que na sua frente na lista da FIFa encontram-se Suriname, Barbados e Ilhas Fiji. Veremos a Argentina enfrentar a Rússia, vice-campeã europeia. Uruguai encarando Argélia, que pelo menos ter perspectiva de ir à próxima Copa. Chile vai pegar a Dinamarca. E Holanda e Inglaterra se encontrarão em Amsterdam.

Qual é o raciocínio? Brasil não precisa de desafios? A cota? Pelo amor de Deus, o uniforme de treino da Seleção parece porta de geladeira de tanto patrocínio. Até onde vai a cegueira teixeriana? O diagnóstico de 2006 foi falta de preparação e confio que Dunga não permitirá que se repita. Que ao menos evolua jogando contra ninguém. Coloque este rapaz Filipe Luís a jogar; pelo que dizem na Espanha pode ser nosso titular na lateral-esquerda. E lembre-se, só o Brasil tem a perder jogando contra o Campinense europeu.

*foto é reprodução do site CBFNews

domingo, 9 de agosto de 2009

Por que, Leonardo?

Me pergunto e não encontro resposta. Por que Leonardo deixou a conveniente função de diretor executivo para pegar o rabo-de-foguete da casamata no Milan?

O Milan não soube lidar com o seu melhor período recente. Carlo Ancelotti conquistou o título europeu em 2007 e, a partir daí, os dirigentes chefiados por Adriano Galliani entenderam que o time era ótimo. Continuaram apostando em atletas que obviamente deixariam de dar a resposta, como Maldini, Nesta, Inzaghi, Dida; trouxeram jogadores errados como Shevchenko, Ronaldinho, Oddo; desistiram muito rápido daqueles que poderiam dar resposta como Gourcuff, Gilardino.

O lado rubro-negro de Milão esvaiu-se, viu seus rivais dominarem a Liga Italiana e assiste o retorno da Juventus, que mesmo depois de imenso processo de reformulação, já ultrapassou o Milan como se fosse um Barrichello qualquer. Leonardo sabe tudo isso e assume logo quando perdeu Kaká. Agora Pirlo quer reencontrar Ancelotti no Chelsea, que também quer Pato. Gattuso reclama muito e joga ainda menos do que fazia quando era útil. Ronaldinho só engana a si mesmo e a grande contratação é uma promessa, Huntelaar.

Recentemente Leonardo deu entrevista à VEJA e detonou os clubes brasileiros e sua falta de organização e planejamento. Pois para mim o Milan e Leonardo são o pior exemplo de como gerir um clube grande no futebol. Afinal de contas, ele era o diretor executivo quando todas essas lambanças foram feitas. Leonardo é minha aposta para fracasso da temporada. Não digo decepção porque isso pressuporia alguma expectativa.

Previsões táticas de Manchester United e Chelsea

Manchester United e Chelsea abrem oficialmente a temporada inglesa em Wembley, neste domingo, com a disputa do Community Shield. Há pouco mais de 14 meses esses mesmos clubes decidiam o título europeu, mas agora o ambiente é completamente diferente. Em campo um time que perdeu seu maior astro diante de outro que promove a estreia de um novo técnico, o quinto em dois anos.

Sem Cristiano Ronaldo, Sir Alex Ferguson perde, além de muitos gols e assistências, opções táticas. Por isso, o Manchester United deve retornar ao 4-4-2. Rooney passa a ser o principal jogador do novo esquema, com uma maior liberdade de movimentação. Ao lado dele joga Berbatov. Na defesa, a novidade pode ser o brasileiro Rafael da Silva, enquanto Ferdinand, Vidic e Evra estão garantidos. O mistério é o meio-campo, setor que fracassou na decisão da Champions League. A tendência é que Carrick e Fletcher formem a dupla central, enquanto Park ficará encarregado de atuar pela esquerda. Esforçado, o sul-coreano deve ajudar na marcação, o que indica que Antonio Valencia terá carta branca do técnico para jogar mais adiantado no lado direito.

No Chelsea, o estreante Carlo Ancelotti anunciou que montará a equipe no 4-4-2, com o meio-campo em formato de losango. A única certeza é que Frank Lampard atuará como o jogador mais avançado do setor. As outras três vagas estão em aberto. Michael Essien será titular, porém só o técnico sabe onde o ganês jogará: na frente da defesa ou na direita. Portanto, alguém sobrará entre Mikel e Ballack. Na esquerda, a luta é direta: Malouda disputa posição com o Yuri Zhirkov. Joe Cole inicia a temporada lesionado e na condição de reserva de luxo. Drogba e Anelka formam a dupla de ataque, enquanto a defesa é a mesma deixada por Guus Hiddink, Alex e Terry na zaga, Bosingwa e Ashley Cole nas laterais. Sem testar nenhuma outra formatação tática em toda a pré-temporada, Ancelotti corre o risco de repetir o erro de Felipão: a ausência de um plano B.

sábado, 8 de agosto de 2009

A leitura de uma tragédia



Fiquei chocado com o falecimento do zagueiro Daniel Jarque, 26 anos, jogador do Espanyol de Barcelona. O atleta espanhol estava com a equipe em pré-temporada na Itália e sofreu parada cardíaca no quarto do hotel. Não conseguiu ser salvo pelos médicos que o atenderam rapidamente. Talvez o ainda mais triste: sua esposa, grávida de 8 meses, falava ao telefone no momento da parada; foi ela que avisou o amigo e companheiro de quarto Coro, para que tomasse as providências de ajudá-lo.

Não é o primeiro e não será o último caso de atleta que falece inaceitavelmente cedo por problemas cardíacos. Os veículos de comunicação irão relembrar os casos mais célebres de Serginho e Marc-Vivien Foé. O que me intriga é a aparente pouca preocupação de prevenir a ocorrência de novos casos. Não estaria o esporte preferido do mundo exigindo demais da capacidade física do homem? Não seria melhor que o futebol voltasse a ser lento como em 70, mais seguro? Talvez um meio termo? Gostaria de ouvir médicos e fisicultores sobre o caso. Mas não os mesmos de sempre, que falam muito e nos elucidam pouco.

Um reforço

Aceitei um convite do amigo Rodrigo e passo a dividir este espaço com ele. Sou fanático por futebol e costumo acompanhar o que acontece dentro de campo no país e no continente europeu. Defendo que é possível jogar um futebol competitivo sem deixar de lado a ofensividade e gosto bastante de dialogar em alto nível sobre o esporte. Espero que gostem da minha contribuição.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Nilmar estreia com gol e goleada

O ex-colorado Nilmar fez hoje sua estreia com a camisa do Villarreal. Em amistoso contra a Juventus, o Submarino Amarelo venceu por 4 a 1 e o brasileiro fez o segundo gol, aos 7 minutos do segundo tempo. Santi Cazorla e Pires, duas vezes, completaram para os espanhóis, enquanto Amauri fez o de honra da Vecchia Signora. O jogo foi realizado em Salerno, na Itália.

Nilmar vestindo a camisa 12 e marcando seu primeiro gol. Veja:



Boa sorte, garoto!

Começa a Bundesliga


O Campeonato Alemão, a Bundesliga, foi na minha opinião a melhor competição nacional da temporada passada e começa com a promessa de mais uma grande disputa.

Recorde de investimento e crescimento de novas forças, como o atual campeão Wolfsburg, faz com que cada vez se fortaleça a ideia de que os alemães souberam aproveitar a Copa de 2006.

Acredito que o Wolfsburg pode até se manter no topo, mas perdeu seu grande craque, o técnico Felix Magath, agora no Schalke. Escreve durante o intervalo do jogo de abertura contra o Stuttgart e aposto em duas equipes da ponta de cima. O Wolfsburg mantém o time campeão, com apenas duas mudanças. O zagueiro Madlung assume a vaga de Ricardo Costa, que foi pro Zaragoza, e o argelino Karim Ziani assume titularidade recém chegado no Olympique de Marseille. Obafemi Martins aguarda chance de estreia no banco de reservas. O Stuttgart já conta com os dois principais reforços: o meia Hleb, retornando antigo clube emprestado pelo Barcelona, e o centroavante russo Pogrebnyak, o substituto do ídolo Mario Gomez, vendido por 30 milhões de euros.
Até agora, 0x0 no placar. Mas é início de competição.

Na enquete, meu voto foi pra opção 2: o Wolfsburg vai disputar o título, mas dessa vez perde. Boa sorte para Grafite, Josué, Cacau e os demais brasileiros disputando a competição mais tradicional da fria e linda Alemanha.

Apresentação

Quem me conhece sabe que adoro futebol internacional, tanto ou mais que o nosso brasileiro. Sou daqueles que defende que os melhores jogadores estão lá, mas que a nossa fonte é inesgotável. Crio este blog para expor minha opinião, citar a opinião de outros e tentar elevar um pouco a discussão futebol para aquilo que é o que importa, o que acontece dentro de campo. Aos poucos irei aprendendo a usar melhor os recursos aqui do blogspot e vai ficar mais divertido me visitar de vez em quando. Apita o árbitro, começa o jogo.